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Agora são Horas e Minutos - Bem vindo ao Portal do Tango! Sua visita muito me alegra! Obrigada pela sua presença. Volte Sempre!.

A todos vocês que me visitam, ofereço estas rosas com todo meu carinho!

OBRIGADA POR SUA VISITA!

Com todo meu carinho, ofereço a vocês, que me visitam e sempre me prestigiaram, esse novo Portal Momentos de Tango. Nesta nova fase, espero continuar contando com o apoio e incentivo de vocês que, com seus carinhos me ajudaram a levar adiante esse projeto, realizado com muito trabalho, conseguindo atingir todas as metas com muito amor, alegria e muita emoção. Espero que continuem com suas visitas e apreciando os meus trabalhos para que eu possa prosseguir com muito entusiasmo esta nova etapa, que visa não só a integração entre os tangueiros e expansão do tango, mas também atingir novos adeptos do Tango, e uma maior evolução para que possamos vivenciar os Momentos de Alegria , sentimentos de prazer, emoção e encantamento que o Tango nos transmite.

Elza Moreira

Quero brindar com você!

POR TUDO QUE APRENDI NESTE MUNDO VIRTUAL!

Elza Tango

Meus amigos!

Agradeço por tudo!
Obrigada por vocês existirem!
Elza Tango.
www.portalmomentosdetango.com.br


MomentosdeTango

A PRIMEIRA DAS SETE MARAVILHAS DA BLOGOSFERA VENCEDOR DO CONCURSO PELA SEGUNDA VEZ
Momentos de Tango - A 1ª Maravilha da Blogosfera! Momentos de Tango, pela segunda vez, vencedor do Concurso:As SETE MARAVILHAS DA BLOGOSFERA, promovido por um Site Gaucho - DADO.PAG , agora detentor do Titulo de PRIMEIRA MARAVILHA , escolhido entre mais de 200 blogueiros e mais de 400 sites e blogs que votaram neste Portal. Estou emocionada e muito surpresa , pois nem sabia que Momentos de Tango estava entre os Sites indicados. Agradeço a todos que me prestigiaram e votaram em minha página na Web e a todos que contribuiram para que eu pudesse ir adiante e executar esse trabalho considerado como a PRIMEIRA MARAVILHA DA WEB. Parabenizo os outros Sites e Blogs escolhidos como as outras seis Maravilhas da Web, vitoria conquistada por merecimento deste titulo, que muito nos honra e incentiva. Agradeço ao Dado pela promoção deste Concurso que valoriza o nosso trabalho. Clique na imagem acima e conheça
AS SETE MARAVILHAS DA BLOGOSFERA
Clique na imagem abaixo e conheça o Site promotor do concurso.

Elza Moreira
Momentos de Tango

Um poema para vocês!

Aquela dança, era muito mais que dança...

Elza Tango
DESAFIO
Elza Moreira
Eu me lembro ainda
Da primeira vez que fui a um Baile de Tango.
Mal sabia os primeiros passos...
Mas o compasso daquela dança,
Tão excitante,
Tão melancólica e
Tão envolvente
Fez com que eu sentisse
Em alguns instantes
Que aquela dança era muito mais que dança...
Um rapaz simpático,
Parado sob os lustres reluzentes
Encostado numa pilastra,
Com olhos penetrantes
Fitando sem cessar,
Em minha direção.
Pensei que interessante
Tem dançarinos, vou bailar...
E o olhar insistente
Eu vi de relance
Continuou a mirar.
Atingiu meu coração.
Um ambiente diferente
Com gente tão envolvente
Por que não tentar?...
Chegando bem perto,
De mansinho, bem baixinho
Começou a falar:
Permita-me esta dança?
Respondi: Eu não sei bailar...
- Que importa, vamos tentar?.
Com emoção
Toda contente
Para os seus braços
Sorridente, num abraço,
No salão fui bailar.
Essa dança diferente
Com passadas eloquentes
Tão difícil de dançar...
Tem que ser
Com sentimento,
Com compasso e emoção
O ritmo emocionante
Atingindo o coração.
O desafio, o desejo
A arrogância
A motivação...
Aquela música, mais que dança,
Mais que arte
Penetrando o coração
Veio me complementar
Hoje Tango, meu amigo,
Meu amante,
É mais que meu Altar
Elza Moreira

POSTAGENS

.

18/12/2010

DESAGRAVO





Amigos,

Embora há muito tempo desligado daquela instituição, como ex-professor do Instituto Metodista Izabela Hendrix, fiquei profundamente consternado com o caso do universitário que, revoltado com suas notas baixas, cravou uma faca no coração de seu professor, na cantina, em pleno horário escolar, à frente de todos.


Escrevi um desagravo e, em minha opinião, a pérfida ilusão vendida a muitos alunos despreparados, sobre a escola (e a vida) como lugares supostamente cheios de direitos e pobres em deveres, acaba por contribuir para ambientes propensos à violência moral e física.

Espero que, se concordarem com os termos, repassem adiante, sem moderação. A divulgação é livre.

Abs
Igor

J’ACUSE !!!

(Eu acuso !)

(Tributo ao professor Kássio Vinícius Castro Gomes)

« Mon devoir est de parler, je ne veux pas être complice. (Émile Zola)

Meu dever é falar, não quero ser cúmplice. (...) (Émile Zola)


Foi uma tragédia fartamente anunciada.

Em milhares de casos, desrespeito.

Em outros tantos, escárnio.

Em Belo Horizonte, um estudante processa a escola e o professor que lhe deu notas baixas, alegando que teve danos morais ao ter que virar noites estudando para a prova subsequente. (Notem bem: o alegado “dano moral” do estudante foi ter que... estudar!).
A coisa não fica apenas por aí. Pelo Brasil afora, ameaças constantes. Ainda neste ano, uma professora brutalmente espancada por um aluno. O ápice desta escalada macabra não poderia ser outro.
O professor Kássio Vinícius Castro Gomes pagou com sua vida, com seu futuro, com o futuro de sua esposa e filhas, com as lágrimas eternas de sua mãe, pela irresponsabilidade que há muito vem tomando conta dos ambientes escolares.
Há uma lógica perversa por trás dessa asquerosa escalada. A promoção do desrespeito aos valores, ao bom senso, às regras de bem viver e à autoridade foi elevada a método de ensino e imperativo de convivência supostamente democrática.

No início, foi o maio de 68, em Paris: gritava-se nas ruas que “era proibido proibir”.

Depois, a geração do “não bate, que traumatiza”. A coisa continuou: “Não reprove, que atrapalha”. Não dê provas difíceis, pois “temos que respeitar o perfil dos nossos alunos”. Aliás, “prova não prova nada”. Deixe o aluno “construir seu conhecimento.”

Não vamos avaliar o aluno. Pensando bem, “é o aluno que vai avaliar o professor”.

Afinal de contas, ele está pagando...

E como a estupidez humana não tem limite, a avacalhação geral epidêmica, travestida de “novo paradigma” (Irc!), prosseguiu a todo vapor, em vários setores: “o bandido é vítima da sociedade”, “temos que mudar ‘tudo isso que está aí’; “mais importante que ter conhecimento é ser ‘crítico’.”
Claro que a intelectualidade rasa de pedagogos de panfleto e burocratas carreiristas ganhou um imenso impulso com a mercantilização desabrida do ensino: agora, o discurso anti-disciplina é anabolizado pela lógica doentia e desonesta da paparicação ao aluno – cliente...
Estamos criando gerações em que uma parcela considerável de nossos cidadãos é composta de adultos mimados, despreparados para os problemas, decepções e desafios da vida, incapazes de lidar com conflitos e, pior, dotados de uma delirante certeza de que “o mundo lhes deve algo”.

Um desses jovens, revoltado com suas notas baixas, cravou uma faca com dezoito centímetros de lâmina, bem no coração de um professor. Tirou-lhe tudo o que tinha e tudo o que poderia vir a ter, sentir, amar.
Ao assassino, corretamente , deverão ser concedidos todos os direitos que a lei prevê: o direito ao tratamento humano, o direito à ampla defesa, o direito de não ser condenado em pena maior do que a prevista em lei. Tudo isso, e muito mais, fará parte do devido processo legal, que se iniciará com a denúncia, a ser apresentada pelo Ministério Público. A acusação penal a o autor do homicídio covarde virá do promotor de justiça. Mas, com a licença devida ao célebre texto de Emile Zola, EU ACUSO tantos outros que estão por trás do cabo da faca:

EU ACUSO a pedagogia ideologizada, que pretende relativizar tudo e todos, equiparando certo ao errado e vice-versa;

EU ACUSO os pseudo-intelectuais de panfleto, que romantizam a “revolta dos oprimidos”e justificam a violência por parte daqueles que se sentem vítimas


EU ACUSO os burocratas da educação e suas cartilhas do politicamente correto, que impedem a escola de constar faltas graves no histórico escolar, mesmo de alunos criminosos, deixando-os livres para tumultuar e cometer crimes em outras escolas;

EU ACUSO a hipocrisia de exigir professores com mestrado e doutorado, muitos dos quais, no dia a dia, serão pressionados a dar provas bem tranqüilas, provas de mentirinha, para “adequar a avaliação ao perfil dos alunos”;

EU ACUSO os últimos tantos Ministros da Educação, que em nome de estatísticas hipócritas e interesses privados, permitiram a proliferação de cursos superiores completamente sem condições, freqüentados por alunos igualmente sem condições de ali estar;

EU ACUSO a mercantilização cretina do ensino, a venda de diplomas e títulos sem o mínimo de interesse e de responsabilidade com o conteúdo e formação dos alunos, bem como de suas futuras missões na sociedade;

EU ACUSO a lógica doentia e hipócrita do aluno-cliente, cada vez menos exigido e cada vez mais paparicado e enganado, o qual, finge que não sabe que, para a escola que lhe paparica, seu boleto hoje vale muito mais do que seu sucesso e sua felicidade amanhã;

EU ACUSO a hipocrisia das escolas que jamais reprovam seus alunos, as quais formam analfabetos funcionais só para maquiar estatísticas do IDH e dizer ao mundo que o número de alunos com segundo grau completo cresceu “tantos por cento”;


EU ACUSO os que aplaudem tais escolas e ainda trabalham pela massificação do ensino superior, sem entender que o aluno que ali chega deve ter o mínimo de preparo civilizacional, intelectual e moral, pois estamos chegando ao tempo no qual o aluno “terá direito” de se tornar médico ou advogado sem sequer saber escrever, tudo para o desespero de seus futuros clientes-cobaia;
EU ACUSO os que agora falam em promover um “novo paradigma”, uma “ nova cultura de paz”, pois o que se deve promover é a boa e VELHA cultura da “vergonha na cara”, do respeito às normas, à autoridade e do respeito ao ambiente universitário como um ambiente de busca do conhecimento;

EU ACUSO os “cabeça – boa” que acham e ensinam que disciplina é “careta”, que respeito às normas é coisa de velho decrépito,

EU ACUSO os métodos de avaliação de professores, que se tornaram templos de vendilhões, nos quais votos são comprados e vendidos em troca de piadinhas, sorrisos e notas fáceis;


EU ACUSO os alunos que protestam contra a impunidade dos políticos, mas gabam-se de colar nas provas, assim como ACUSO os professores que, vendo tais alunos colarem, não têm coragem de aplicar a devida punição.


EU VEEMENTEMENTE ACUSO os diretores e coordenadores que impedem os professores de punir os alunos que colam, ou pretendem que os professores sejam “promoters” de seus cursos;

EU ACUSO os diretores e coordenadores que toleram condutas desrespeitosas de alunos contra professores e funcionários, pois sua omissão quanto aos pequenos incidentes é diretamente responsável pela ocorrência dos incidentes maiores;


Uma multidão de filhos tiranos que se tornam alunos -clientes, serão despejados na vida como adultos eternamente infantilizados e totalmente despreparados, tanto tecnicamente para o exercício da profissão, quanto pessoalmente para os conflitos, desafios e decepções do dia a dia.

Ensimesmados em seus delírios de perseguição ou de grandeza, estes jovens mostram cada vez menos preparo na delicada e essencial arte que é lidar com aquele ser complexo e imprevisível que podemos chamar de “o outro”.
A infantilização eterna cria a seguinte e horrenda lógica, hoje na cabeça de muitas crianças em corpo de adulto: “Se eu tiro nota baixa, a culpa é do professor. Se não tenho dinheiro, a culpa é do patrão. Se me drogo, a culpa é dos meus pais. Se furto, roubo, mato, a culpa é do sistema. Eu, sou apenas uma vítima. Uma eterna vítima. O opressor é você, que trabalha, paga suas contas em dia e vive sua vida. Minhas coisas não saíram como eu queria. Estou com muita raiva. Quando eu era criança, eu batia os pés no chão. Mas agora, fisicamente, eu cresci. Portanto, você pode ser o próximo.”
Qualquer um de nós pode ser o próximo, por qualquer motivo. Em qualquer lugar, dentro ou fora das escolas. A facada ignóbil no professor Kássio dói no peito de todos nós. Que a sua morte não seja em vão. É hora de repensarmos a educação brasileira e abrirmos mão dos modismos e invencionices. A melhor “nova cultura de paz” que podemos adotar nas escolas e universidades é fazermos as pazes com os bons e velhos conceitos de seriedade, responsabilidade, disciplina e estudo de verdade.
Igor Pantuzza Wildmann

Advogado – Doutor em Direito. Professor universitário.

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AO PORTAL ANTONIO POETA
Agradeço ao Portal Antonio Poeta por esse honroso premio concedido ao Momentos de Tango, reconhecendo o meu trabalho.
É um valioso incentivo ser merecedora desta grande homenagem.
Obrigada, meu amigo Antonio Poeta!
E Parabéns pelo sucesso da Ong dos Poetas de Paguetá e pelo seu grande trabalho em prol do movimento cultural naquela cidade.
Elza Moreira